Sensor OzoSense M (Membraned)

Sensor do analisador de ozônio (Membranado)

O monitor de ozônio on-line OzoSense da Pi para medir a concentração de ozônio na água é projetado para ser instalado e usado com facilidade, proporcionando estabilidade, precisão e precisão, além de oferecer excelente valor para o dinheiro.

A gama OzoSense de analisadores de ozônio dissolvido e monitores de ozônio dissolvido usa os melhores e mais recentes sensores disponíveis no mercado hoje. Eles são um dispositivo de membrana que é insensível às variações no pH, não usa reagentes, está estável, tem baixos requisitos de manutenção e baixo custo de vida, e um sensor de três eletrodos não membrana, que pode operar a temperaturas e pressões mais altas.

Os sensores de ozônio combinam com a gama de controladores eletrônicos instrumentais da Pi, resultando nos melhores monitores e analisadores de ozônio dissolvido no mundo. Para mais informações sobre os controladores de ozônio dissolvido, clique aqui.

OzoSense NM (Não Membranado) Sensor

Sensor do analisador de ozônio (Não Membranado)

Os sensores de monitoramento de ozônio amperométrico de membrana são dois sensores de eletrodo que operam com um alto potencial aplicado que resulta em desvios zero. Seu design exclusivo elimina a necessidade de reagentes ou soluções tampão.

OzoSense NM é um sensor sem membrana de três eletrodos que não requer tampões ou reagentes. Escolher o sensor que é melhor para você é sempre complicado, mas um bom lugar para começar é com o dispositivo de membrana OzoSense e, em seguida, vá para o sensor NM (sem membrana) se você precisa executar o sensor a altas temperaturas (até 70°C) ou pressões elevadas.

Qualquer pergunta?

Entre em contato conosco através do formulário abaixo.

  • Este campo é para efeitos de validação e deve ser mantido inalterado.

Clique aqui para obter um guia sobre como escolher seu sensor de ozônio.

  • Estável e fiável – excelente controlo de processos de ozônio – controladores de ozônio
  • Indicado para águas potáveis, de processo e salgadas – monitor de ozônio – analisador de ozônio
  • Até 6 meses entre operações de manutenção
  • Até 3 meses entre calibrações
  • Não responde a cloro residual (OzoSense M)
  • Resistente a detergentes na água
  • Até 70°C (OzoSense NM)
  • Controlos PID integrados – controlador de ozônio dissolvido
  • Registo de dados e capacidade de elaboração de gráficos integrada
  • Comunicações integradas como TCP/IP, Modbus, Profibus e outros.

Os sensores e células de fluxo OzoSense estão disponíveis com diferentes monitores de ozônio dissolvido oferecendo o mesmo alto desempenho com diferentes opções de comunicação, exibição e controle.

O OzoSense Residual Ozone Monitor (Membraned) não está sujeito a qualquer interferência de outros oxidantes, como o cloro. Equipado com excelente desvio de zero e estabilidade de calibração, esta é uma opção extremamente adequada para monitorar a concentração de ozônio residual ou dissolvida em água limpa ou suja. O OzoSense Residual Ozone Monitor (Non Membraned) pode ser usado em ambientes de alta pressão e alta temperatura, tornando-o particularmente adequado se a amostra for devolvida ao processo.

O monitor de ozônio OzoSense (M) não requer soluções tampão e não possui reagentes, portanto tem um baixo custo de propriedade. Com intervalos de manutenção de até 6 meses, o monitor de ozônio dissolvido está rapidamente se tornando a escolha para engenheiros que desejam o melhor monitor de ozônio residual online ao melhor preço.

Instalação de controlo de ozono na Turquia

Instalação de controlo de ozono na Turquia

Os controladores de ozono dissolvido da gama OzoSense estão atualmente integrados em muitas aplicações, incluindo:

  • Plantas de água engarrafada – Monitores de ozônio
  • Controlo da Dosagem de Ozônio – Controladores de ozônio
  • Instalações Remotas
  • Torres de Refrigeração
  • Produção de Alimentos
  • Hospitais
  • Ozonização Secundária
  • Ozonização de Águas Residuais

O OzoSense é adequado para qualquer situação onde seja necessário medir os níveis de ozono residual. O controlador de ozono dissolvido OzoSense é particularmente indicado para instalações onde a sua facilidade de utilização e fiabilidade são os aspetos mais importantes. O sensor é resistente à presença de agentes tensoativos tornando-o indicado para aplicações de lavagem.

Conforme descrito no folheto correspondente, o monitor de ozônio OzoSense (M) pode incluir um sistema de limpeza automático em intervalos de tempo definidos pelo usuário com todas as vantagens de não precisar de intervenção do operador por 6 meses. O sistema Autoflush é particularmente útil na produção de alimentos, celulose e papel, e em muitas aplicações onde é provável que haja acumulação de sólidos na amostra.

Qualquer pergunta?

Entre em contato conosco através do formulário abaixo.

  • Este campo é para efeitos de validação e deve ser mantido inalterado.

Para opções de analisador de ozônio, como comunicações, relés e controles, clique aqui.

Toda a gama OzoSense de monitores de ozônio dissolvido e controladores de ozônio dissolvido podem ser equipadas com sensores adicionais como o ozônio, turbidez, sensores de pH e muitos outros. Essa flexibilidade pode lhe poupar dinheiro considerável através da compra de soluções de controle de ozônio.

Documento Tipo Tamanho
OzoSense (EN) Folheto 741kB
Seleção OzoSense (EN) Folheto 680kB
OzoSense NM – Sensor de Ozônio Sem Membrana (EN) Nota Técnica 713kB
CRONOS® (EN) Folheto 677kB
CRIUS® (EN) Folheto 643kB
Comunicações Remotas CRIUS® (EN) Folheto 669kB
Opções de controlo CRONOS® e CRIUS® (EN) Nota Técnica 649kB
Acesso Remoto GPRS (EN) Nota Técnica 593kB
Autoflush (EN) Folheto 339kB
Contaminação de Sondas (EN) Nota Técnica 316kB

A Pi oferece sensores nas gamas 0.05-0.2, 0.05-0.5, 0.05-2, 0.05-5, 0.05-10, 0-20 mg/l (ppm). Estes são para sensores membranizados e não membranizados.
Ao juntar ozono à água do mar obtém brometo. A Pi oferece um sensor de brometo total para esta aplicação. Clique aqui.
Depende da aplicação. O sensor online de ozono residual tem um desvio muito baixo, logo, a maioria das pessoas calibram-no de uma vez por semana a mensalmente.
Sim, o OzoSense é resistente aos efeitos dos agentes tensoativos.
Sim. O sensor não membranizado foi projetado para fazer isso.
O sensor membranado pode operar a uma pressão de 1 bar, mas isso deve ser constante ou os resultados variam. Esta sobrepressão muitas vezes não é suficiente para recuperar a amostra no processo, de modo que a maioria dos consumidores use uma célula de fluxo aberto para garantir uma pressão constante.
Se armazenado num local fresco e seco, dois anos.
Haverá uma pequena resposta ao cloro residual (<2%) e também ao dióxido de cloro (<7%) para o sensor membranado. Para o sensor não membranado, o sensor só é adequado para uso na ausência de cloro e dióxido de cloro. Poderia haver outras interferências. Entre em contato com Pi para obter detalhes.
PVC, aço inoxidável e perspex (sensor membranizado mais célula de transbordo).
PVC, aço inoxidável, ouro, perspex e epoxi (sensor não membranado).
> 3°C – <50°C – Sensor Membranado.
> 3°C – <70°C – Sensor não membranado.
O sensor funciona sempre com uma tensão positiva. Qualquer desvio no zero é negligenciável comparando com a voltagem positiva de operação. Logo, o zero não é necessário.
Nada mesmo! Ambos os sensores possuem um termostato que mede a temperatura e compensa automaticamente.
Use um medidor manual. Estes estão disponíveis em muitos distribuidores e praticamente todos utilizam DPD colorimétrico para determinar a concentração de ozono na amostra.
Em primeiro lugar, leve a amostra ao instrumento imediatamente. Em segundo lugar, não colha a amostra quando a concentração está a variar rapidamente e, em terceiro, use um bom medidor manual de boa qualidade e siga as instruções cuidadosamente.
Durante o processo de calibração, o analisador leva em conta a estabilidade (taxa de variação) do sinal da sonda e, se este variar mais de 10% ao longo da contagem regressiva, previne a calibração para evitar que se produzam erros durante o processo.
O ozono é um alótropo do Oxigénio, tendo a mesma fórmula química O3. É uma molécula composta por três átomos de Oxigénio. Decai para O2.
O ozono dissolvido é um forte oxidante e pode ser utilizado para desinfetar água. Especificamente, pode:

  • Reagir com manganês e removê-lo
  • Destruir alguns agentes patogénicos resistentes ao cloro, como a Giardia ou a Cryptosporidia.
O ozono desinfeta e não tem nem sabor nem odor. Para além disso, decompõe totalmente a ureia, logo, não dá origem a compostos organoclorados ou produtos de cloro combinados.

Se tiver outras questões relacionadas com a medição online e controlo do ozono dissolvido, não hesite em contactar-nos.

Os Focus Ons são uma série de pequenos artigos distribuídos por e-mail fornecendo informação técnica sobre instrumentação, processos de medição em águas potáveis, de resíduos, de processo e de piscinas. Se gostaria de subscrever e receber os nossos e-mails, queira contactar-nos.

Provavelmente sabe que a maioria dos analisadores de cloro, ozono e dióxido de cloro são calibrados com recurso a kits DPD, mas sabia que…

… o DPD não pode informá-lo quando não há resíduos?
… os erros de performance do DPD podem chegar aos ± 100%?
… um número significativo de chamadas recebidas pela Pi está relacionado com calibrações deficientes?

O DPD (N.N-diethyl-p-phenylenediamine) é um químico que quando misturado com água contendo um oxidante, muda de cor dependendo da concentração do oxidante presente. Um colorímetro manual mede a luz que atravessa a solução colorida. A absorção da luz pelo líquido resulta num valor de concentração. É normalmente utilizado para verificar a concentração de, por exemplo, cloro livre, cloro total, ozono e dióxido de cloro em água.

Frascos DPD

Frascos DPD contendo amostras de água com oxidante (direita) e sem oxidante (esquerda)

Quando o kit DPD dá um resultado, este é normalmente utilizado para calibrar instrumentos online……e é aí que a Pi entra!

Como uma empresa fabricante de instrumentos online temos de compreender o DPD de forma a poder ajudar os nossos clientes quando têm problemas a calibrar os seus próprios medidores.

Este ‘Focus On’ irá analisar:

  • As limitações do DPD (turbidez, oxidante zero, branqueamento, pH e interferentes).
  • Minimização do erro de medição do DPD (amostragem, alinhamento e limpeza).
  • Aspetos que se devem ter em conta (baixas concentrações, cor rosa, vidro manchado).
  • Desconhecimento em química (medição de bromo, clorito vs dióxido de cloro).
  • Repetição: vale a pena repetir a minha medição?
Quais são as limitações do DPD?

O DPD não tem capacidade de fazer uma leitura satisfatória nos casos onde não existe oxidante.

O DPD funciona utilizando a absorção de luz, sendo que a turbidez da amostra resultará numa leitura positiva. Isto significa que se não existir nenhum oxidante na amostra, qualquer turbidez introduzida na amostra após o ‘zero’ (como uma pastilha não dissolvida ou pó) irá levar o kit de teste DPD a gerar uma pequena leitura, sendo esta a causa de…

O DPD não tem capacidade de medição abaixo de, aproximadamente, 0.05 ppm.

Se suspeita que não existe oxidante na sua amostra, segure o frasco numa superfície branca. Se não conseguir visualizar nenhum rasto de cor rosa, é provável que qualquer leitura que esteja a obter é da pastilha de DPD que não reagiu.

O DPD não tem capacidade de medir o cloro livre acima de 6 ppm (e nem sempre dará um erro de leitura de ‘alta concentração’).

Frascos DPD

Frascos de DPD contendo amostras de água com (direita) e sem (esquerda) vestígios de oxidante

Muitas pessoas desconhecem que a partir de um certo nível de oxidante, o DPD não irá formar a sua cor rosa característica e, pelo contrário, irá ‘branquear’ e formar uma solução transparente. Este aspeto pode levar as pessoas a pensar que há pouco ou nenhum oxidante na água, quando, na realidade, existe tanto que está a branquear o DPD. Se suspeita que a sua amostra está a ser branqueada procure um vestígio de rosa quando é adicionada a pastilha ou o pó. Os kits e reagentes especiais estão disponíveis para medições de oxidante acima de 6 ppm.

O DPD não tem capacidade de medição em casos de alcalinidade ou pH extremos.

As pastilhas DPD, pós reativos e gotas contêm soluções tampão que modificarão o pH da sua solução de forma a facilitar a reação do DPD com o oxidante. As pastilhas e o pó têm uma capacidade de regulação do pH limitada, sendo que se a sua amostra tem uma alcalinidade ou pH extremos isto pode afetar as leituras de concentração do kit de DPD.

O DPD é incapaz de distinguir entre oxidantes, tais como: cloro, dióxido de cloro, clorito, ozono, organocloretos, bromo e outros, significando que a presença de interferentes são um grande problema.

O DPD é um produto químico fantástico, na medida em que é muito versátil como agente corante, sendo essa a razão pela qual dá ao oxidante a cor que é sujeita a medições. Esta versatilidade tem um preço. O DPD não é muito específico como ferramenta de análise pois se existirem outros químicos na amostra podem interferir com a leitura, dando um resultado impreciso. Os interferentes comuns incluem dióxido de cloro (para medição do cloro e vice versa), clorito de sódio, ozono, organoclorados, peróxidos, e muitos outros.

O DPD é incapaz de distinguir entre cor e turbidez.

Todos os sólidos não-dissolvidos, incluindo pastilhas de DPD que não reagiram, irão afetar a leitura. A turbidez da amostra deve ser contabilizada na medida zero. Se a medida zero tiver uma turbidez elevada vai afetar a sensibilidade do colorímetro, devido à grande correção que este tem de fazer para contabilizar a absorção de sólidos não-dissolvidos. Esperar alguns segundos após a mistura para que todos os sólidos da amostra possam assentar é a melhor forma de contrariar este facto.

Minimizando os erros de medição do DPD

Para garantir sempre leituras precisas de DPD, aqui está uma checklist de fácil leitura e em formato para impressão.

Aspetos a ter em conta

Quando foi a última vez que o seu DPD foi calibrado?

Como todos os equipamentos de medição, os colorímetros de DPD portáteis podem necessitar de calibração com alguma regularidade. Verifique o manual de instruções do seu dispositivo para conhecer com que regularidade este deve ser calibrado. Se não se lembra da última calibração, é provável que seja necessário fazê-lo novamente!

Vidro Manchado

Coloração dos frascos DPD

Frascos DPD manchados (esquerda) e sem manchas (direita)

A solução rosa formada após os testes de DPD pode deixar resíduos no vidro, o que pode afetar as leituras de DPD. Este resíduo pode ser facilmente limpo utilizando os componentes do seu kit DPD.

Água da torneira

Se utiliza água da torneira para lavar os frascos, as gotas que ficam para trás podem afetar as leituras devido ao cloro residual presente na água potável. A melhor opção (nem sempre a mais prática) é utilizar água desionizada para lavar os frascos, mas se esta não estiver disponível (pode ser adquirida em qualquer vendedor de partes de carro como água para baterias) pode utilizar água da torneira previamente fervida, dado que a fervura elimina o cloro. Se ainda assim não for possível, certifique-se simplesmente que os frascos estão perfeitamente secos antes de os utilizar.

Processos Químicos Desconhecidos

O DPD possui uma ampla gama de interferentes. Isto significa que problemas recorrentes podem ser causados pela composição química da amostra. Por exemplo, o clorito (ClO2) e o dióxido de cloro afetam o DPD, mas a maioria dos sensores amperométricos só medem os níveis de dióxido de cloro.

O DPD pode ser utilizado para a medição de bromo, mas as pastilhas No.1 de DPD medem o cloro LIVRE ou o bromo TOTAL. Dado que o bromo combinado é tão eficaz como desinfetante quanto o bromo livre, este não é, no geral, um grande problema. Ainda assim, convém ter em conta que alguns sensores amperométricos medem o bromo livre e não podem ser calibrados utilizando as pastilhas de DPD No.1. Para mais informações sobre a medição de bromo ou cloro em água do mar, consulte a nota técnica da Pi sobre Cloração de Águas Salgadas.

Enxaguar e repetir

Quão importante é repetir a minha medição de DPD? É uma perda de tempo?

Um sensor é apenas tão bom quanto a sua última calibração e apenas será exato se o calibrar de forma a que o seja. Se precisar do seu sensor para realizar o controlo apertado de um processo, como o doseamento de piscinas, é essencial repetir o teste DPD pelo menos duas vezes. A razão pela qual é importante repetir o teste é principalmente devido a erro humano, variações em pastilhas DPD, ou pequenos picos de concentração. A cada repetição estas circunstâncias tornam-se cada vez menos prováveis, dando-lhe valores de maior confiança para calibrar o seu analisador.

A Pi recomenda a seguinte rotina de calibração:

Realize um teste DPD e compare a leitura com a do seu analisador.

  • Está o resultado dentro de um intervalo de 10% comparando com o resultado do seu analisador? Se sim, pode terminar os testes.
  • Se o resultado não está dentro do intervalo de 10%, repita o teste de DPD.
  • Está o segundo teste dentro do intervalo de 10% do primeiro? Se sim, calibre o seu instrumento para esta leitura. Se não, continue a repetir os testes DPD até que 2 testes consecutivos estejam dentro do intervalo de 10%, calibrando a máquina para esta leitura de seguida.

Várias instalações da indústria da água têm uma luta diária para manter os instrumentos a funcionar corretamente devido a contaminação. No entanto, sabia que…

… a Process Instruments tem disponíveis os sistemas de auto limpeza e auto flush para a maioria dos sensores?
… estes sistemas de remoção de contaminantes podem prolongar a vida útil dos sensores e reduzir drasticamente a necessidade de manutenção?
… os sistemas de limpeza da Pi são acessíveis, simples e com um design que previne problemas?

Qual é o problema?

Contaminação de Sensores

Contaminação de SensoresSeja qual for o processo que está a ser monitorizado, geralmente há algo na amostra de água capaz de contaminar o sensor e, logo, gerar resultados errados. A solução óbvia para este problema é limpar o sensor, mas com que regularidade deverão ser feitos os programas de inspeção e limpeza para cada peça de instrumentação? Demasiada regularidade e a inspeção e limpeza consomem demasiado tempo e dinheiro. Pouca regularidade e a instrumentação dará falsos resultados e provavelmente irá avariar prematuramente.

Qual é a solução?

Sistemas de limpeza Autoclean e Autoflush da Process Instruments

Simples, fiáveis e fáceis de manter, os sistemas de Autoclean/Autoflush da Process Instruments são uma alternativa aos mecanismos mecânicos de limpeza que podem entupir e romper. Ao pulverizar regulamente o sensor/sonda com água limpa ou ar, o sensor mantém-se limpo e livre de contaminações por períodos de tempo mais longos. O ciclo de limpeza do sensor é ativado pelo controlador da Pi por um período de tempo e frequência selecionados pelo utilizador, de modo que, independentemente de quão suja a aplicação, a sonda se mantenha limpa. Sem partes móveis no corpo do sensor ou no dispositivo de limpeza, não há nenhuma peça para substituir ou verificar para além de uma válvula simples posicionada num local facilmente acessível.

Os sistemas de limpeza Autoclean e Autoflush da Pi garantem um funcionamento dos sensores livre de problemas por semanas ou até meses.

Uma solução para cada aplicação

Cap de Autoclean

Autoclean

Esta opção pode ser incorporada nos nossos sensores de pH, ORP, Turbidez, Sólidos Suspensos e Oxigénio Dissolvido (OD). Consistindo numa tampa que direciona o fluxo de água limpa (ou ar para um sensor de OD) ao longo de todo o sensor eliminando qualquer resíduo. A limpeza é controlada por uma única válvula posicionada num local facilmente acessível.

Auto-verificação

Se estiver a utilizar ar para limpar um sensor OD o sistema pode verificar automaticamente se o sensor está a responder corretamente, eliminando qualquer necessidade de remover o sensor da amostra durante meses.
Sistema de Autoflush

Autoflush

Para os sensores que requerem montagem de células de fluxo como Cloro, Ozono e Dióxido de Cloro, o sistema de Autoflush incorpora válvulas que iniciam/param automaticamente o fluxo da amostra e controlam o fluxo de água limpa pela sonda. O utilizador pode definir o intervalo da descarga e a duração para manter a célula de fluxo e o sensor livres de contaminações. Para contaminantes particularmente sujos ou difíceis de retirar, pode ser utilizado um fluxo de água quente para auxiliar a limpeza.

Com as opções acima mencionadas, independentemente da aplicação ou parâmetro a ser medido, a Process Instruments será capaz de providenciar um sistema de monitorização que não será apenas preciso, exato e duradouro mas que também irá manter-se livre de contaminantes e poupar tempo e dinheiro ao operador.

Contacte-nos em...

Tel: +351 21 424 7318

E-mail: [email protected]

"Ligue-me, adoraria entrar
em contacto consigo."

David Aparicio

Chefe de Equipa Portugal

Tel: +44 (0)7854 133327

E-mail: [email protected]

"Ligue-me, adoraria entrar
em contacto consigo."

Rob Paramore

Contato do Escritório do Reino Unido